Süre  4 saat 28 dakika

Koordinatlar 1505

Yüklenme tarihi 11 Ocak 2020 Cumartesi

Kayıt tarihi Ocak 2020

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482 m
134 m
0
3,3
6,5
13,06 km

405 kere bakıldı , 4 kere indirildi

yakınında: Tagilde, Braga (Portugal)

- Trilho circular, com marcações nos trechos correspondentes aos PR1 e PR2, com início e fim no Santuário de São Bento das Peras, em Vizela;
- Decorre entre a encosta do monte onde se situa o santuário de São Bento das Peras e o vale do rio Vizela, passando pelo Parque das Termas assim como pelas margens do rio Vizela;
- Este percurso coincide com grande parte dos PR1 VIZ - Rota Margens do Rio Vizela e PR2 VIZ - Trilho do S. Bento;
- Misto de caminhos urbanos e caminhos de terra;
- Trilho fácil e acessível para qualquer pedestrianista. No entanto, apresenta um declive algo acentuado na ascensão ao santuário (a partir da capela de São Crau), embora nada de muito relevante;
- Desde os miradouros de São Bento, a paisagem sobre o vale do rio Vizela é muito interessante, embora este esteja bastante urbanizado. No entanto, se o céu estiver limpo, o campo de visão prolonga-se até à orla marítima;
- O Parque das Termas é um espaço natural muito bonito e bem tratado que proporciona bons momentos de relaxe (nos dias quentes de verão será mesmo um oásis...);
- O rio Vizela, nesta região, devido à massiva industrialização e urbanização da mesma, encontra-se bastante poluído, o que é bem visível nos detritos depositados nas suas margens, tornando um cenário que poderia ser idílico em algo feio e até perturbador... cabe à CMV atuar com rapidez para limpar e preservar toda a zona ribeirinha onde está implantado o Parque das Termas, situação essa que poderá vir a resultar no ex-libris da cidade. Espera-se que assim possa vir a ser!
- No seu todo, é um percurso fácil, rápido de se percorrer e que nos dá uma ideia desta região. Em suma, uma boa experiência!


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- PR1 VIZ - ROTA MARGENS DO RIO VIZELA
Este percurso é denominado “Rota Margens do Rio Vizela”, e é um percurso de pequena rota e circular. Está repleto de paisagens compartimentadas entre espaços agrícolas e o rio Vizela, reflecte a elevada biodiversidade de fauna e flora, onde é possível observar e ouvir, uma elevada diversidade de espécies. Tendo como principais características a paisagem, onde se pretende mostrar toda a beleza que o concelho possui em termos da natureza e toda a sua envolvência, ao longo do percurso, podemos encontrar os plátanos, as tílias prateadas, sequoias, tulipeiros, camélias, aceres negundo, carvalhos alvarinhos, liquidâmbares, faias, cedros, magnólias, araucárias angustifólia, eucaliptos, ciprestes-dos-pântanos, Podocarpos Totara e tabaqueiras que vão decorando as longas margens do rio Vizela e seus ribeiros. No que diz respeito à fauna, podem ser avistados desde patos-reais, coelhos, vários tipos de aves, como trepadeiras, perdizes, gaios, melros, pica-pau e gansos, e esquilos. Este percurso tem início na Zona Ribeirinha, junto ao Campo Municipal de MiniGolfe – Fonseca e Castro, na união de freguesias S. João S. Miguel, concelho de Vizela. A aguarela de cores da paisagem está presente ao longo de todo o ano, sendo um espaço com um cenário da natureza ímpar.

Ficha Técnica
Nome do Percurso: Rota Margens do Rio Vizela
Entidade Promotora: Câmara Municipal de Vizela
Localização do Percurso: Concelho de Vizela
Carta Militar: n.º 99
Tipo de Percurso: Pequena Rota
Âmbito do Percurso: Paisagístico e ambiental
Ponte de Partida: Zona Ribeirinha
Distância Percorrida: 4,2 Km
Duração do Percurso: 1h30
Grau de Dificuldade: Fácil


- PR2 VIZ - TRILHO DE SÃO BENTO
Este percurso tem início na Zona Ribeirinha, junto ao Campo Municipal de MiniGolfe – Fonseca e Castro, na união de freguesias S. João S. Miguel, concelho de Vizela. É um itinerário montanhoso, cheio de património religioso, cultural e natural, repleto de paisagens sobre a cidade de Vizela. Reflecte a elevada biodiversidade de fauna e flora, onde é possível observar e ouvir, uma elevada diversidade de espécies. O Parque das Termas é considerado o “pulmão” da cidade de Vizela, sendo um amplo e magnífico espaço natural. O Parque foi construído entre 1885 e 1886, tendo sido delineado e plantado pelo floricultor e horticultor José Marques Loureiro, custando na altura 4500$000 réis. Neste espaço, encontra-se uma vasta vegetação, sendo algumas das árvores, existentes, centenárias. O primeiro ponto de passagem será pela artéria principal da cidade, nomeadamente a Rua Dr. Abílio Torres. Nesta rua poderão ser admiradas casas com belas fachadas que demonstram a dinamização económica, que Vizela outrora possuía. Depois o percurso passa pela Praça da República, onde se poderá admirar um pequeno fontanário, mais conhecido por “Bica – Quente”. É no sub-solo desta praça, que nasce a água sulfurosa que cai na “Bica – Quente”. Uma curiosidade sobre este fontanário, é que segundo a lenda, quem meter o dedo nesta fonte, ficará, para sempre, prisioneiro de Vizela. Após percorrer alguns metros dentro da cidade, o percurso tornar-se mais montanhoso, percorrendo um trilho até ao Santuário de S. Bento que era usado antigamente pelos mais crentes e religiosos. No cimo do monte, a uma altitude de 454 metros, através do seu miradouro observa-se um dos mais belos panoramas de todo o concelho de Vizela. Temos ainda, a capela antiga data do século XVl e a mais recente foi aberta ao culto em Outubro de 1970. Além destas duas capelas, poder-se-á ainda admirar uma Cista Romana. Característica única deste local, são também os penedos pintados de branco que se apresentam por toda a encosta do monte, que significam o agradecimento dos devotos por graças concedidas. Depois da visita ao Santuário, o regresso é feito por outro trilho muito pouco movimentado, tornando o percurso circular.

Ficha Técnica
Nome do Percurso: Trilho do S. Bento
Entidade Promotora: Câmara Municipal de Vizela
Localização do Percurso: Concelho de Vizela
Tipo de Percurso: Pequena Rota
Carta Militar: n.º 99 e 85
Âmbito do Percurso: Paisagístico, ambiental, turístico e religioso
Ponte de Partida: Zona Ribeirinha
Distância Percorrida: 12,2 Km
Duração do Percurso: 4h
Grau de Dificuldade: Médio/Difícil
Cota Máxima Atingida: 454 mts


- VIZELA
Vizela é uma cidade portuguesa no distrito de Braga, na região Norte de Portugal. O concelho foi criado em 24 de Maio de 1361, vindo a ser extinto em 3 de Fevereiro de 1408. Teve então a designação de Riba Vizela. Na região predomina a indústria têxtil, vestuário e calçado e possui um desenvolvido comércio. As empresas estão ligadas ao ramo têxtil, vestuário e calçado, cuja produção está direccionada, quase exclusivamente, para o mercado externo. Vizela está também associada à prática do termalismo, tendo sido este um legado deixado pelos povos romanos. Aproveitando a qualidade terapêutica das águas, indicadas para doenças respiratórias, doenças de pele e reumatismos, o actual balneário termal foi construído em 1870. Para além da vertente termal, o concelho oferece outras atracções ao visitante, desde vários monumentos interessantes a belas paisagens e à possibilidade de praticar diversas actividades de lazer, como o remo, o ténis ou a pesca.
manzara

Miradouro de São Bento - 1

O Monte de S.Bento oferece um dos mais belos panoramas de todo o país. Os miradouros sobre Vizela reflectem uma excelente vista panorâmica sobre toda a região envolvente do Vale de Vizela. No cimo, a 410 metro de altitude, os penedos pintados de branco junto aos miradouros, reflectem um costume antigo de agradecimento dos devotos por graças concebidas, dando assim a este monte uma estética caprichosa. Deste miradouro observa-se um dos mais belos panoramas de todo o país. O acesso é feito por boa estrada esfaltada com um percurso de 4 km.
Waypoint

Penedos

Waypoint

Park Club (Minigolf)

Göl

Lago do Parque das Termas

Waypoint

Chafariz do Parque

Park

Parque das Termas de Vizela

Este parque localiza-se no centro da cidade e ocupa uma área de 7,5 hectares. Construído de 1885 a 1886, foi delineado e plantado pelo floricultor e horticultor José M. Loureiro e pelo jardineiro-paisagista Jerónimo M. Costa. É considerado como o “pulmão” de Vizela, devido à sua vasta vegetação. Este espaço natural é propício à realização de todo o tipo de atividades ao ar livre, com circuito de manutenção, campo de ténis, parque infantil, apoio de bares e restaurantes e ainda acesso ao Campo Municipal Fonseca e Castro para a prática de minigolfe e petergolfe. Magnífica paisagem junto à Zona Ribeirinha de Vizela, onde poder-se-á usufruir das suas ciclovia e ecovia, que acompanham a margem do Rio Vizela. Derivado do termo ” Avicella”, diminutivo de ” Avis”, o Rio Vizela ou “Avicella”, na toponímia arcaica, significa, o mais pequeno que o Ave. Com uma extensão de cerca de 40 quilómetros, o Rio Vizela insere-se num numeroso grupo de pequenos afluentes do Rio Ave, destacando-se ainda o Rio Selho, o Pele e o Este. Quanto ao seu percurso, este inicia-se na Serra da Cabreira, no alto de Morgaír, 893 metros acima do nível do mar, entre as freguesias de Aboim e Gontim do concelho de Fafe, no distrito de Braga. A sua nascente localiza-se, a cerca de 50 metros do marco geodésico no ponto mais alto de Mogaír. Corre em direção a sudoeste até perto de Jugueiros, Felgueiras, a partir daí, toma a direção oeste e vai desaguar na margem esquerda do Rio Ave, perto de S. Miguel das Aves, em Santo Tirso, no distrito do Porto. Foi nas suas margens, que as primeiras civilizações se instalaram, recorrendo e aproveitando tudo o que o Rio Vizela lhes dava. Este oferecia-lhes desde a sua água até à fertilidade das terras, onde se encontravam os campos de cultivo. Todo este processo permitiu assim, o desenvolvimento e a subsistência destas civilizações, levando a uma consolidação populacional e demográfica, originando o que realmente é agora Vizela. Foram vários os cultos levados a cabo por estas civilizações relacionados, ou não, com o Rio Vizela. Podemos destacar o culto ao “Deus Bormânico”, a divindade das águas, cujo objetivo consistia basicamente na proteção ” superior” para os perigos da natureza, para que a água deste rio nunca faltasse, assim como o próprio peixe, entre outro tipo de cultos praticados em épocas remotas. Com o passar dos anos, não foram só as civilizações antigas que se fixaram nas margens do Rio Vizela, também, e após algum desenvolvimento, apareceram ao longo destas margens, diversas indústrias, entre as quais se destacam a de papel, têxtil e calçado. Com o sucesso destas empresas, que rapidamente catapultaram Vizela para o progresso e reconhecimento nacional, vieram também as severas consequências para estas águas, que tornaram o Rio Vizela vítima de uma poluição extrema, resultante de descargas inconscientes. Felizmente, nos dias de hoje, o Rio Vizela, recuperou a sua imponência, voltando a ser ” Musa” de numerosos artistas, complementando a beleza da sua zona ribeirinha, agora também, totalmente requalificada.
Waypoint

Nascente de água termal

Köprü

Ponte sobre o rio Vizela

Köprü

Ponte sobre o rio Vizela

Nehir

Margens do rio Vizela

O rio Vizela é um rio português que nasce na Alto de Morgaír, na antiga freguesia de Gontim, concelho de Fafe, e é afluente do rio Ave. No seu percurso, na direção nordeste-sudoeste, banha sucessivamente os concelhos de Fafe, Felgueiras, Guimarães, Vizela e Santo Tirso. É neste rio que se encontra a barragem de Queimadela. A foz do Vizela, com margens entre as freguesias de Vila das Aves e Rebordões, converge na margem esquerda do rio Ave no concelho de Santo Tirso. Como nota importante na geografia deste rio, refira-se a curiosidade natural que se encontra logo a seguir à barragem de Queimadela: é ali que se encontram as Olas (ô). Por capricho da natureza, ali e no percurso de mais de cem metros, o rio desaparece debaixo de penedos enormes, para surgir logo adiante, rugindo de forma ameaçadora.
Nehir

Clube de Pesca

Köprü

Ponte sobre o rio Vizela

Dini mimari

Capela de São Crau

No lintel frontal da capelinha está uma inscrição em português arcaico e diz o seguinte: “FRANCISCO DARAUJO M. FAZER ERA 1751”. De entre outras maleitas, São Crau era advogado do gorgomilo nas crianças. Houve um tempo em que a imagem da S. Crau foi roubada. Uns tempos depois, ela apareceu numa linha de água dos lameiros da propriedade, cuidadosamente muito bem embrulhada, o que permitiu que a imagem não se tivesse degradado. E para se evitar então novo roubo, o dono da propriedade e também da capelinha e seu recheio, por prudência, levou-a para sua casa e à capelinha a trazia na véspera de cada saída da procissão de velas, para veneração dos devotos. Tempos depois, encontrámos, guardadas numa arrecadação, partes da talha do altar e do emolduramento envolvente do mesmo altar. Todavia, vimos ainda muito mais: o harmónio pequenino mas de quatro oitavas embora sem registos de sonoridade e de timbre. E o mais curioso é que estava ainda funcional e afinado! Um harmónio igualzinho ao mesmo em que nós aprendemos, pelos nossos catorze anos aprendemos a tocar na Tamanca, em Braga. E desses restos do altar e talha envolvente nós temos fotografias. Se hoje a capelinha não tem nenhum ato de culto, há cinquenta e mais anos ela era bastante concorrida. Os já falecidos sacerdotes P. Adolfo e depois o P. Simões nela celebravam missa todas as segundas-feiras da semana e, por vezes, também ao domingo. E parece que terá sido já no tempo deste último que deixaram de ser lá celebradas missas. Na capelinha do S. Crau houve também durante anos a devoção do terço no mês de Maio, o “mês de Maria”. Onde se cantava e o harmónio era tocado pela D. Rosinha viúva do snr. Leão e moradora ali junto aos “tanquinhos”. E parece que até na capelinha se ensinava a “doutrina”. Isto, num tempo em que os muitos altares nas igrejas não chegavam para tanto sacerdote celebrar missa. Falámos com diversas pessoas que muito bem se recordavam desse tempo e dele nos deram preciosos testemunhos que temos registados.
Waypoint

Penedos (Peras)

Dini mimari

Capela Velha de São Bento das Peras

A Capela primitiva foi construída num dos pontos mais altos do monte e na linha divisória da freguesia de Divino Salvador de Tagilde e da de S. Miguel das Caldas de Vizela. Ignora-se a data de construção desta capela, sendo porém certo que foi edificada muito antes do século XVI. Em 1831 sofreu várias reparações, e por despacho de 14 de Maio de 1834 foi novamente restituída ao culto. O Santuário de São Bento das Pêras, localizado no cimo do monte com a mesma designação, a 410 metros de altitude, é local de peregrinação de milhares de crentes. A festa religiosa em honra deste padroeiro de Vizela acontece a 11 de julho, com a realização da procissão e celebração da missa campal. É um agradável espaço de convívio popular. Há quem ainda procure o local para simplesmente desfrutar das magníficas vistas panorâmicas para o vale do rio Vizela. A Elevação a Santuário decorreu por ordem do Arcebispo de Braga, D. Eurico Dias Nogueira, a 21 de Junho de 1999. Reconhecida a importância deste local, estão previstos vários projectos que irão ser levados a cabo a fim de garantir uma boa preservação e manutenção deste espaço que acolhe e anualmente milhares de visitantes, que se desloca, até ao Monte de S. Bento, como sinal de crença e fé. A Confraria de S. Bento, criada em 1999, e que tem como principal objectivo a dinamização deste espaço, tem em vista criar um leque de boas condições para melhor acolher os milhares de peregrinos que se deslocam a este local. Já no ano de 2006, no dia 11 de Julho, a Confraria formalizou a adesão do Santuário de S.Bento das Peras à TUREL/TRC, entidade responsável pelo desenvolvimento cultural e religioso.
manzara

Miradouro de São Bento - 2

O Monte de S.Bento oferece um dos mais belos panoramas de todo o país. Os miradouros sobre Vizela reflectem uma excelente vista panorâmica sobre toda a região envolvente do Vale de Vizela. No cimo, a 410 metro de altitude, os penedos pintados de branco junto aos miradouros, reflectem um costume antigo de agradecimento dos devotos por graças concebidas, dando assim a este monte uma estética caprichosa. Deste miradouro observa-se um dos mais belos panoramas de todo o país. O acesso é feito por boa estrada esfaltada com um percurso de 4 km.
Dini mimari

Capela Nova de São Bento das Peras

No dia 1 de Agosto de 1966, sendo párocos de Divino Salvador de Tagilde e de S. Miguel das Caldas de Vizela o Padre João da Silva Freitas e Monsenhor José de Sousa Monteiro, respectivamente, iniciou-se a construção dum Novo Templo. O projecto foi da autoria do Arquitecto Aguiar de Guimarães, e o terreno necessário para a obra e para os romeiros foi oferta de Domingos Araújo e sua esposa, D. Maria Amélia, da cidade do Porto. A inauguração e a bênção do Novo Templo aconteceram em 10 de Julho de 1971, presidida por Dom Francisco Maria da Silva, Arcebispo de Braga. No dia 21 de Junho de 1999. Dom Eurico Dias Nogueira, Arcebispo de Braga, por decreto próprio elevou as duas Capelas a Santuário de S. Bento das Peras. No ano de 2003, sofreu uma total remodelação interior. Depois de restaurado, foi reaberto ao culto em 11 de Julho de 2003. Benzeu o novo altar, Dom Jorge Ferreira da Costa Ortiga, Arcebispo de Braga.
Picnic

Parque de Merendas

O Santuário do S. Bento está focalizado para as famílias. Local de oração mas também de convivência entre a família e as famílias. O Santuário também possuiu um parque de merendas com churrasco, mesas, parque infantil e sanitários.

Yorumlar

    Bu rotaya veya rotayı